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Análise de "O Hobbit"

Para quem não sabe o realizador Peter Jackson decidiu originalmente em adaptar o livro "O Hobbit" de J.R.R. Tolkien para dois filmes. Foi, no entanto mais tarde anunciado que a obra seria adaptada não para dois, mas sim 3 filmes e que a velocidade de projeção do filme não seria a velocidade regular de 24 fotogramas por segundo mas sim de 48 para permitir um melhor uso dos efeitos especiais. Como é óbvio as notícias chocaram a comunidade de fãs.

E agora os resultados:

No passado mês de Dezembro eu tive a possibilidade de visionar no cinema o produto destas alterações e posso concluir que, antes de tudo, a saga deveria ter mantido o primeiro formato planeado pois o filme mostra um esforço óbvio para conseguir prolongar-se durante  o tempo necessário e permitir que de seguida possam ainda aparecer duas novas entradas na saga. O passo do filme é bastante lento  e torna-se fácil para o espectador ficar aborrecido. O filme não está, no entanto, perto de ser um mau filme e o seu único verdadeiro defeito é a quantidade de momentos mortos que se podem tornar aborrecidos.
Quanto ao novo modo de projeção pode dizer-se que, apesar de a príncipio a imagem parecer um pouco desfocada e tremida com o passar do tempo os olhos habituam-se e  a segunda metade do filme pode ser apreciada sem esforço, apesar de não deixar de ser um pouco mais desfocada qiue o regular.

Finalizo então estra crítica dizendo que, apesar de ser de uma visualização complicada e de ser abundante em momentos mortos, "O Hobbit"  não deixa de ser um filme facilmente apreciável e que merece pelos menos uma visualização.

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